Milton Dacosta

Milton Rodrigues da Costa

  

Niterói, RJ, 19 de outubro de1915 - Rio de Janeiro, RJ, 4 de setembro de 1988.

Mais conhecido como Milton Dacosta, foi pintor, desenhista, gravador, ilustrador.

Inicia estudos de desenho e pintura em 1929 com o professor alemão August Hantv. No ano seguinte matricula-se no curso livre de Marques Júnior (1887-1960), na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), que é fechada pela Revolução de 1930. Milton Dacosta, com Edson Motta (1910-1981), Bustamante Sá (1907-1988) e Ado Malagoli (1906-1994), entre outros, cria o Núcleo Bernardelli em 1931. Sua primeira exposição individual ocorre em 1936, no Rio de Janeiro. Nesse ano recebe menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes. Viaja para Estados Unidos em 1945, com o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes do ano anterior. Na cidade de Nova York, estuda na Art's Students League of New York. Em 1946, vai para Lisboa, e conhece Almada Negreiros (1893-1970) e Antônio Pedro (1909-1966). Após visita a vários países da Europa, fixa-se em Paris, onde estuda na Académie de La Grande Chaumière. Conhece Pablo Picasso (1881-1973), por intermédio de Cicero Dias (1907-2003), e frequenta os ateliês de Georges Braque (1882-1963) e Georges Rouault (1871-1958). Expõe no Salon d'Automne e regressa ao Brasil em 1947. Em 1949, casa-se com a pintora Maria Leontina (1917-1984) e passa a residir em São Paulo. Na década de 1950, desenvolve uma obra de cunho construtivista, característica que muda na década seguinte; retorna ao figurativo com a série de gravuras coloridas em metal com o tema Vênus.

 

Comentário Crítico

Milton Dacosta constrói uma trajetória peculiar dentro da história da arte brasileira. Em cerca de 50 anos de produção, atinge sua maturidade artística em meados dos anos 1950, com telas abstratas de tendência construtiva, desenvolvidas com base no embate reflexivo e silencioso com alguns dos principais artistas e movimentos da arte moderna.

Seguindo sua vocação precoce, inicia-se em 1929 no desenho e na pintura no ateliê do professor alemão August Hantv, em Niterói, sua cidade natal. Em 1930 frequenta por três meses o curso livre de Marques Júnior na Escola Nacional de Belas Artes - ENBA, Rio de Janeiro. Nessa época conhece Antônio Parreiras (1860-1937), com quem não tem uma aprendizagem formal, mas visita seu ateliê e mostra os primeiros trabalhos que realiza. Interessa-se por uma pintura pós-impressionista. Aos 16 anos, ajuda a fundar o Núcleo Bernardelli, conjunto independente de artistas instalados no porão da ENBA, coordenados por Edson Motta. Anos depois, indagado sobre o que ficou de sua experiência no Núcleo, Dacosta declara: "Além dos amigos, a liberdade de criação artística e ainda uma maior disponibilidade para a pesquisa".

A produção do artista nos anos 1930 se caracteriza pela aquisição dos princípios da pintura moderna, tendo como modelo a Escola de Paris. Paisagens, nus, marinhas, vistas urbanas, retratos, não importa muito o tema a ser pintado. O artista preocupa-se em adquirir, com disciplina sistemática, os elementos de tal pintura. Observa-se que sua produção não se preocupa com o detalhe pitoresco, a fixação de uma "brasilidade"; sua cor não é mais local. Ao contrário, autônoma, se afirma em pinceladas modulares e estruturais, numa incorporação natural de Paul Cézanne (1839-1906). Como observou o crítico Mário Pedrosa (1900-1981), entre a consciência perceptiva do artista e a realidade externa se insere, nesses trabalhos, uma formalização geométrica. Em telas como Paisagem em Santa Teresa (1937) já se percebe "que num nível elementar a pintura de Dacosta é regida por um princípio de economia. Ele não se detém em demoradas elaborações, mas na captação sintética da estrutura plástica".  . 

No início dos anos 1940, o artista aproxima-se da pintura metafísica de Giorgio de Chirico (1888-1978). Em obras como Composição (1942), a superfície da tela apresenta definidos planos de cor e um espaço enigmático, ambos fundamentais em seu desenvolvimento construtivo posterior. Em 1944 recebe o prêmio de viagem ao exterior na Divisão Moderna do Salão Nacional de Belas Artes, partindo para Nova York no ano seguinte. Entre 1945 e 1946, Dacosta permanece no exterior, indo dos Estados Unidos diretamente para a Europa. Durante sua estada fora do Brasil não produziu muito. Dedicou-se a visitar museus e exposições e a estudar de perto os artistas que só conhecia por ilustrações - Georges Braque, Cézanne, os impressionistas, Henri Matisse (1869-1954), Amedeo Modigliani (1884-1920), Piet Mondrian (1872-1944), Pablo Picasso. Sobre essa experiência afirma: "Fez com que voltasse com maior segurança para uma mais completa disciplina conceptual e formal, presente em toda minha obra". Regressa ao Brasil em 1947 e em 1949 casa-se com a pintora Maria Leontina.

Entre 1949 e 1951, Dacosta realiza as séries Figuras e Naturezas-Mortas em que se percebem uma maior geometrização das figuras e do espaço e a utilização da linha como um importante elemento estruturador. Aqui o artista conversa com o cubismo analítico, entretanto, diferentemente de Picasso, mantém a unidade da figura, o mistério de sua interioridade. Sua temporalidade está mais próxima da fixação do que da simultaneidade. Também a cor é densa e opaca, resistindo à total exterioridade da transparência. Esses trabalhos contêm uma das principais características de sua pintura: o conflito entre a clareza da estrutura, universal e despersonalizada, e a subjetividade do artista revelada na cor.

Entre 1952 e 1954 permanece na Europa com a esposa, estudando. Ao voltar, inicia as séries de naturezas-mortas organizadas como uma grade geométrica, que não perpassa a totalidade do quadro, ficando a composição centralizada. Inicia também a série Castelos e Cidades, na qual a figura é reduzida a retângulos e quadrados coloridos, acumulados no centro da tela em coloração viva, mas sóbria, em geral sobre fundo preto. A série anuncia o singular cruzamento entre Mondrian e Giorgio Morandi (1890-1964), gerador de uma poética própria, que se desenvolve poucos anos depois em puras abstrações construtivas, nas quais a tela é limitada ao jogo de linhas verticais e horizontais e poucos elementos geométricos no centro do quadro. Nas telas Em Vermelho (diversas versões, 1957-1958), Em Branco (1959) e Composição (1958-1959) o artista sintetiza silenciosamente sua maior contribuição à pintura brasileira. Em oposição à racionalidade universal e impessoal do construtivismo o trabalho de Milton Dacosta traz a mediação de nossa cultura, pois é "intimista, introspectivo, centrado num eu lírico comedido". Ou melhor, a pintura é confrontada com a persistência em uma unidade misteriosa, capaz de resistir a indiferenciação e generalização do indivíduo no mundo moderno.

 

Exposições Individuais

  • 1936 - Rio de Janeiro RJ - Primeira individual, na Galeria Santo Antônio

  • 1945 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no IAB/RJ

  • 1949 - São Paulo SP - Milton Dacosta: guaches e desenhos, na Galeria Jaraguá

  • 1950 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Ministério da Educação e Cultura

  • 1950 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Itapetininga

  • 1951 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Ambiente

  • 1951 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Domus

  • 1955 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie

  • 1956 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP - Prêmio Isai Leirner de Arte Contemporânea

  • 1959 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta: retrospectiva, na Galeria GEA

  • 1959 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta: retrospectiva 1939-1959, no MAM/RJ

  • 1963 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Ambiente-Spazio

  • 1964 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Mobilínea

  • 1967 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Módulo

  • 1967 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Barcinsky

  • 1971 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie

  • 1971 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Petite Galerie

  • 1973 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Milton Dacosta, na Galeria da Praça

  • 1974 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Arte Global

  • 1976 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria da Praça

  • 1977 - São Paulo SP - Individual, no Escritório de Arte Luís Caetano

  • 1979 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Acervo Galeria de Arte

  • 1981 - São Paulo SP - Milton Dacosta: retrospectiva, no MAM/SP

  • 1982 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta: revisão da década de 50, na Galeria Paulo Klabin

  • 1982 - São Paulo SP - Milton Dacosta: revisão da década de 50, na Documenta Galeria de Arte

  • 1983 - Rio de Janeiro RJ – Individual

  • 1986 - São Paulo SP - Milton Dacosta: fase construtiva 1954-1960, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

  • 1987 - São Paulo SP - Individual, na Companhia das Artes

  • 1988 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta, Anos 50, na Funarte

  • 1988 - São Paulo SP - Individual, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade

  • 1989 - Salvador BA - Milton Dacosta: Gravuras, na Prova do Artista Galeria

  • 2005 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na galeria de Arte Ipanema

  • 2006 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Bergamin

 

Exposições Coletivas

  • 1933 - Rio de Janeiro RJ - 40ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba

  • 1934 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão do Núcleo Bernardelli, na Enba

  • 1936 - Rio de Janeiro RJ - 42º Salão Nacional de Belas Artes, no Instituto de Previdência - menção honrosa

  • 1937 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta e Bustamante Sá, na Galeria Santo Antônio

  • 1939 - Rio de Janeiro RJ - 45º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA - medalha de bronze

  • 1941 - Rio de Janeiro RJ - 47º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA - medalha de prata e isenção de júri

  • 1944 - Belo Horizonte MG - Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana

  • 1944 - Londres (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts

  • 1944 - Norwich (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle Museum

  • 1944 - Rio de Janeiro RJ - 50º Salão Nacional de Belas Artes, no MNBA - prêmio viagem ao exterior

  • 1945 - Baht (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery

  • 1945 - Bristol (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery

  • 1945 - Buenos Aires (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, nas Salas Nacionales de Exposición

  • 1945 - Edimburgo (Escócia) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery

  • 1945 - Glasgow (Escócia) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery

  • 1945 - La Plata (Argentina) - 20 Artistas Brasileños, no Museo Provincial de Bellas Artes

  • 1945 - Manchester (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery

  • 1945 - Montevidéu (Uruguai) - 20 Artistas Brasileños, na Comisión Municipal de Cultura

  • 1945 - Santiago (Chile) - 20 Artistas Brasileños, na Universidad de Santiago do Chile

  • 1947 - Paris (França) - Salon d"Automne, no Grand Palais

  • 1950 - Veneza (Itália) - 25ª Bienal de Veneza

  • 1951 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Naturezas Mortas, no Serviço de Alimentação e Previdência Social

  • 1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon

  • 1951 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - Prêmio Governo do Estado

  • 1952 - Paris (França) - 38º Salão de Maio

  • 1953 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ

  • 1953 - Santiago (Chile) - Exposición de Pintura, Dibujos e Grabados Contemporáneos del Brasil, na Universidad de 1953 - Chile. Museo de Arte Contemporáneo

  • 1953 - São Paulo SP - Congresso Extraordinário da Associação Internacional de Críticos de Arte, no MASP

  • 1954 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta e José Pedrosa, na Galeria Tenreiro

  • 1954 - Salvador BA - 4º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia - medalha de prata/pintura

  • 1954 - São Paulo SP - Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP

  • 1955 - Lissone (Itália) - 9º Prêmio Internacional de Lissone

  • 1955 - Lugano (Suíça) - Mostra organizada pelo MAM/SP e MAM/RJ

  • 1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações - prêmio melhor pintor brasileiro

  • 1956 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Nacional do Prêmio Guggenheim, no MAM/RJ

  • 1957 - Nova York (Estados Unidos) - Guggenheim International Award: 1956, no Solomon R. Guggenheim Museum

  • 1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho - prêmio aquisição

  • 1958 - Pittsburg (Estados Unidos) - 43ª Exposição Internacional de Pintura e Escultura Contemporâneas

  • 1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

  • 1959 - Munique (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa, no Kunsthaus

  • 1959 - Rio de Janeiro RJ - 30 Anos de Arte Brasileira, na Galeria Macunaíma

  • 1959 - São Paulo SP - Milton Dacosta e Maria Leontina, na Associação dos Amigos do MAM/SP

  • 1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

  • 1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

  • 1960 - Lisboa (Portugal) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

  • 1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

  • 1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

  • 1960 - Rio de Janeiro RJ - Coletiva inaugural da Galeria Bonino

  • 1960 - São Paulo SP - Coleção Leirner, na Galeria de Arte das Folhas

  • 1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa

  • 1961 - Rio de Janeiro RJ - 1º O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana

  • 1961 - Rio de Janeiro RJ - Salão de Arte da Petite Galerie, na Petite Galerie - primeiro prêmio

  • 1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho - sala especial

  • 1962 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta e Anna Letycia, na Petite Galerie

  • 1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP

  • 1963 - Campinas SP - Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes

  • 1963 - Rio de Janeiro RJ - 1º Resumo de Arte JB, no Jornal do Brasil

  • 1963 - Rio de Janeiro RJ - A Paisagem como Tema, na Galeria Ibeu Copacabana

  • 1964 - Lisboa (Portugal) - Coletiva, no Palácio da Foz

  • 1964 - Rio de Janeiro RJ - O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana

  • 1966 - Rio de Janeiro RJ - Autorretratos, na Galeria Ibeu Copacabana

  • 1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - sala especial

  • 1966 - São Paulo SP - Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP

  • 1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP

  • 1971 - São Paulo SP - Coletiva, na Galeria Astréia

  • 1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio

  • 1976 - São Paulo SP - Arte Brasileira no Século XX: caminhos e tendências, na Galeria Arte Global

  • 1976 - São Paulo SP - O Desenho Jovem dos Anos 40, na Pinacoteca do Estado

  • 1977 - Rio de Janeiro RJ - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, no MAM/RJ

  • 1977 - São Paulo SP - Projeto Construtivo Brasileiro na Arte: 1950-1962, na Pinacoteca do Estado

  • 1978 - São Paulo SP - As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall

  • 1979 - São Paulo SP - 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

  • 1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici

  • 1980 - Rio de Janeiro RJ - Milton Dacosta, Volpi, Bruno Giorgi, na Acervo Galeria de Arte

  • 1981 - São Paulo SP - Arte Transcendente, no MAM/SP

  • 1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão

  • 1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery

  • 1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis

  • 1982 - Salvador BA - A Arte Brasileira da Coleção Odorico Tavares, no Museu Carlos Costa Pinto

  • 1982 - São Paulo SP - Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP

  • 1982 - São Paulo SP - Exposição Núcleo Bernardelli: arte brasileira nos anos 30 e 40, na Acervo Galeria de Arte

  • 1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ

  • 1983 - Rio de Janeiro RJ - Autorretratos Brasileiros, na Galeria de Arte BANERJ

  • 1984 - Rio de Janeiro RJ - Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras

  • 1985 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e autorretrato da arte brasileira, no MAM/SP

  • 1985 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal

  • 1985 - Porto Alegre RS - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no MARGS

  • 1985 - Rio de Janeiro RJ - Encontros, na Petite Galerie

  • 1985 - Rio de Janeiro RJ - Seis Décadas de Arte Moderna: Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial

  • 1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no MASP

  • 1986 - Brasília DF - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no Teatro Nacional Cláudio Santoro

  • 1986 - Rio de Janeiro RJ - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no MAM/RJ

  • 1986 - Rio de Janeiro RJ - JK e os Anos 50: uma visão da cultura e do cotidiano, na Galeria Investiarte

  • 1986 - Rio de Janeiro RJ - Tempos de Guerra: Hotel Internacional, na Galeria de Arte BANERJ

  • 1986 - Rio de Janeiro RJ - Tempos de Guerra: Pensão Mauá, na Galeria de Arte BANERJ

  • 1986 - São Paulo SP - Iberê Camargo: trajetória e encontros, no MASP

  • 1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d’Art Moderne de La Ville de Paris

  • 1987 - Rio de Janeiro RJ - Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand, no MAM/RJ

  • 1987 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte BANERJ

  • 1987 - São Paulo SP - As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP

  • 1987 - São Paulo SP - O Ofício da Arte: pintura, no SESC

  • 1988 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Abstração Geométrica, na Funarte. Centro de Artes

  • 1988 - São Paulo SP - MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP

  • 1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP

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